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Eletrocutadores

RaraTropa4 de elixir
Eletrocutadores
Gera máquinas adoravelmente mortais que dão choque. Quem está por trás disso? Só o mestre construtor tem a resposta.

Dados competitivos

54,2
Meta ScoreS

#4 entre as cartas normais

AmbienteVitóriasBatalhas
Ranqueado (geral)54,9%1.163
Top 100057,0%1.082
Top 20057,9%807
Taxa de vitória contra decks sem a carta
58,2%
Presença nos decks do Top 200
6,8%
Consistência entre decks
10 de 13 decks acima da média

Joga mais com

De cada 100 batalhas com esta carta no topo, em quantas cada uma dessas apareceu junto. Base: 4.020 batalhas.

Últimos 21 dias. Nota 50 é a média do ambiente, não 50% de vitória.

O que a carta faz

Efeitos
Nenhum efeito especial listado para esta carta.
Alvos
acerta tropas aéreas
Alcance
alcance curto
Dano
dano único
Corpo e resistência
fica no chãoenxame

Categorias tiradas dos atributos. Os cortes de "alcance longo", "muito resistente" e "dano muito alto" são provisórios e ainda vão ser conferidos.

Sons da carta

Ao ser colocada
Atacando
Habilidade
Andando
Ao morrer
Outros

Ficha da carta

Vida, Dano e Dano por segundo no nível 11, que é o nível usado na Trilha das Lendas.

Custo de elixir
4
Tipo
Tropa
Raridade
Rara
Nível máximo
14
Posição
Terrestre
Tipo de ataque
À distância
Alcance
4,5 quadrados
Alvos
Ar e solo
Tipo de dano
Único
Velocidade
Média (60)
Velocidade de ataque
2,2 s
Vida
529
Dano
117
Dano por segundo
53
Unidades geradas
3 unidades

Vida, dano e DPS vieram da Clash Royale Wiki e ainda não foram conferidos dentro do jogo.

História

Entrou no jogo em 12 de dezembro de 2017

Do universo do jogo

Como ele é

Eles entram em campo numa formação de triângulo. Cada ataque deles atordoa o alvo por 0,5 segundo. Eles aparecem como máquinas pequenas, com uma bobina virada para cima sobre um chassi de madeira com rodas, um aríete de aço com pontas na frente e bandeirinhas da cor do time atrás.

Curiosidades

  • A eletricidade foi percebida pela primeira vez através de peixes elétricos, já em 2750 a.C.: textos do Egito Antigo os descreviam como os "protetores" de todos os outros peixes. Por volta de 600 a.C., Tales de Mileto fez uma série de observações sobre eletricidade estática e concluiu que o atrito deixava o âmbar magnético, ao contrário de minerais como a magnetita, que não precisavam ser atritados. Tales errou ao acreditar que a atração vinha de um efeito magnético, mas a ciência mais tarde provaria que existe uma ligação entre magnetismo e eletricidade. A eletricidade continuou sendo pouco mais que uma curiosidade intelectual por milênios, até 1600, quando o cientista inglês William Gilbert escreveu De Magnete, em que estudou com cuidado a eletricidade e o magnetismo e separou o efeito da magnetita da eletricidade estática produzida ao atritar o âmbar.

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